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segunda-feira, 24 de junho de 2013

ESPECIAL 2

COMO O CRISTIANISMO TRIUNFOU EM ROMA – VI
Os planos de Constâncio eram, segundo Lissner1, fazer seu filho Constantino ser querido por suas tropas, garantindo-lhe apoio militar no futuro. E ele conseguiu.
Quando Constâncio morreu, em 306, o exército romano na Britânia proclamou Constantino Imperador. Galério Augustus, porém, fez de Severo seu Co-Imperador, nomeando-o Augustus. E nomeou Constantino como César, ou seja, colocando-o na segunda linha.
Constantino aceitou o posto inferior, mas isso não livrou o império das tempestades que se anunciavam, pois logo um personagem que parecia esquecido, ergueu-se novamente em busca do poder.
O ex Augustus, Maximiniano, que governara junto com Diocleciano, desejava voltar ao poder e, ao mesmo tempo, garantir o futuro de seu filho Maxêncio (ou Magêncio).
Este conseguiu apoio junto à Guarda Pretoriana sediada em Roma e foi aclamado imperador e “...pela derradeira vez, foi Roma cidade imperial.(pg.476)
Galério Augustus não demorou a reagir, enviando Severo Augustus para combater Maxêncio. Mas este, com apoio de seu pai Maximiniano, conseguiu capturar e assassinar Severo.
Após esta vitória parcial, pai e filho trataram de garantir o apoio de Constantino, realizando o casamento deste com Fausta, filha de Maximiniano e irmã de Maxêncio.

Constantino - Maxêncio
Ao mesmo tempo, Maximiniano proclamou a si mesmo e a Constantino como Augustos, gesto que os colocava contra Maxêncio, que estava em Roma.
Esquecendo-se do fato que os pretorianos haviam aclamado seu filho como Imperador, Maximiniano foi a Roma e “...diante dos legionários reunidos, arrancou a toga imperial dos ombros de Maxêncio.(pg.476)
Evidentemente foi obrigado a fugir, buscando proteção junto a Constantino. O sistema implantado por Diocleciano estava desmoronando pelas disputas de poder entre velhos e novos Augustus e Césares.
Aparentemente só o próprio Diocleciano poderia por ordem na casa novamente.
Continua...
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