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quarta-feira, 11 de março de 2015

ARACAJU – 160 ANOS

LINDA, LINDA, LINDA – ARACAJU!
Aracaju nasceu em 17 de março de 1855, através da Resolução nº 413 do Presidente da Província de Sergipe, Ignácio Joaquim Barboza, com aprovação da Assembléia Legislativa Privincial.
A resolução elevou à categoria de cidade o Povoado Santo Antônio do Aracaju, com o nome de Cidade do Aracaju. O texto da medida pode ser encontrado eternizado em placas ao lado da Igreja do Santo Antônio, na colina onde a cidade nasceu.
A partir deste ato oficial, e sob inspiração das mais modernas ideias arquitetônicas da época, começaram as obras de aterro e construção da capital, planejada pelo Engenheiro Sebastião Basílio Pirro como um tabuleiro de xadrez.
Cinco anos depois, Aracaju tornou-se, por breve espaço de tempo, mais precisamente de 11/01/1860 a 19/01/1860, a capital do Império do Brasil.
D. Pedro II (1860) e o palácio onde ficou hospedado - atual Ministério da Fazenda em Aracaju
Naquele período, Suas Majestades Imperiais, D. Pedro II e sua esposa, Thereza Christina, visitaram a cidade, encontrando-a como um canteiro de obras e trazendo, com sua colaboração e investimentos, um salto significativo de desenvolvimento.
Após algumas décadas de estagnação, entre os últimos anos do Império e os primeiros da República, a partir dos anos 20 do século XX, uma nova fase de investimentos foi iniciada.
Vieram muitas obras de infra-estrutura, a construção do Mercado Modelo Antônio Franco, mais aterros, expansão dos bairros, etc.
Nos anos 40, mais precisamente em 1942, foi por Aracaju que o Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial.
A capital sergipana foi o destino de algumas vítimas dos ataques do submarino alemão, classe U-boot, U-507, sob ordens do comandante alemão Harro Schacht, um Korvettenkapitän (Capitão de Corveta) portador da Cruz de Ferro de 1ª classe.
Ele afundou, em agosto/1942, no litoral sergipano, os navios Baependi, Araraquara e Aníbal Benévolo, causando imensa comoção nacional. Italianos, alemães e japoneses foram hostilizados nas ruas.
Em Aracaju a fúria do povo voltou-se contra a casa do italiano Nicola Mandarino (hoje é a Cúria Metropolitana – esquina da Rua Santa Luzia com a catedral) e, segundo alguns, os frades do convento da colina tornaram-se suspeitos de lançar sinais luminosos para os submarinos do Eixo.
Nas décadas seguintes a capital sergipana sempre foi a caixa que reverberou as aspirações do povo sergipano. Também construiu a fama de “oposicionista”, considerando que quase sempre elegeu prefeitos opositores do governo estadual.
Na memória deste Reino de Clio, a única exceção mais recente foi quando Edvaldo Nogueira foi reeleito em 2008 como aliado do Governador Marcelo Déda.
Em 2012, porém, o perfil oposicionista retornou, com a eleição do Prefeito João Alves, principal opositor do então governador Marcelo Déda.
Opositora, charmosa, ressonante, imperial, planejada, testemunha e sujeita da própria História, Aracaju é a número um no coração dos sergipanos, naturais ou opcionais.
Em seus 160 anos de existência, o Reino de Clio presta sua homenagem reunindo algumas fotos antigas da nossa amada capital!
Selecionamos os melhores sites de fotos antigas e reunimos suas melhores imagens. Também fotografamos a exposição permanente da Praça Getúlio Vargas.
Toda essa seleção reunida você pode ver clicando aqui. Seja bem vindo à festa que o Reino de Clio oferece à mais charmosa das cidades brasileiras.
Parabéns Aracaju!

2 comentários:

  1. Que bagunça visual esse site. Uma pessoa formada em História coloca divulga um monte de fotos sem citar a fonte delas? Muito senso comum acredito.

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    1. Sr. Anônimo, o texto é apenas introdutório para a exposição contida no link, onde estas fotos acima estão referenciadas. Se quiser, pode seguir o link e obter a informação completa. Quanto ao restante de seu comentário, sinta-se à vontade para nos honrar com sua ausência.

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