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terça-feira, 24 de novembro de 2015

O OÁSIS INFINITO

O OÁSIS INFINITO

As longas e penosas caminhadas, de oásis em oásis, em busca da preciosa água. As cansativas perseguições nas caçadas a animais que fugiam para cada vez mais longe. As migrações ininterruptas em busca das regiões onde frutas e outros tipos de alimento podiam ser encontrados. Tudo isso sob o Sol escaldante do deserto. Essa era a vida das famílias nômades em tempos que fogem da memória.

Mas havia um lugar onde as frutas e alimentos podiam ser encontrados em abundância, onde não era necessário ir atrás da caça, porque a caça vinha até perto da lança e onde jamais, jamais faltava água, a mesma que atraia a caça. Esse oásis infinito, lugar de uma terra negra e fértil, o Kemet, era uma dádiva do Grande Nilo, era o Egito!

Quando grupos familiares entraram em processo de sedentarização às margens do Rio Nilo, que fornecia água, pesca, caça e agricultura após as cheias, e uniram-se em Nomos, sob a liderança de um Nomarca, ampliaram sua força produtiva e criaram um sistema de trocas comerciais.

A união dos Nomos em torno de interesses comuns formou as cidades estados, administradas por funcionários que viriam a formar uma elite dominante. A união das cidades estados, por sua vez, formou dois reinos às margens do rio. Nasciam, assim, o Baixo Egito e o Alto Egito.


O Baixo Egito era a Terra do Papiro, ficava perto da foz do Rio Nilo, tinha um clima litorâneo mais chuvoso e reuniu cerca de 20 Nomos. Sua capital era Buto.

O Alto Egito era a Terra dos Juncos, reunia cerca de 22 Nomos e seu clima era desértico. A capital era Hieracompolis (ou Nekhen). Os símbolos eram a Lótus, carriço e a Coroa Branca Hedjet.
Por volta de 3200 a.C., o Alto Egito, sob a liderança do Faraó Menés (ou Narmer), o Alto Egito conquistou o Baixo Egito, unificando a terra em uma só. Ao mesmo tempo o deus falcão Horus, prevaleceu sobre as demais divindades, tornando-se o principal deus egípcio;
A capital foi estabelecida em Tinis e a situação se manteve por 2 dinastinas (cerca de 19 Faraós). Por volta de 2686 a.C o Faraó Zoser, primeiro da III Dinastia, transferiu a capital para Mênfis, iniciando o Antigo Império, ou Império Menfita.

O Reino de Clio está iniciando seu Período Egípcio. De hoje em diante teremos vários meses com textos dedicados à Terra dos Faraós. Vamos dividí-los em séries temáticas nas quais vamos explorar a vida no Antigo Egito, os principais Faraós, os deuses, os templos e o Livro dos Mortos.

Prepare-se! Pinte os olhos para protegê-los da areia, encha as garrafas de água, prepare a ração, acomode tudo sobre seu camelo, pegue seu cajado e venha conosco nesta jornada. A comitiva do Reino de Clio está partindo em visita oficial ao Reino do Nilo!

Continua!

A REVOLUÇÃO RUSSA

O CAPITALISMO GANHA OPOSIÇÃO
O Capitalismo, em sua expansão, levara o mundo ao progresso mas, depois, à guerra. E antes disso estabelecera um nível de opressão e desigualdade social global jamais visto anteriormente.

Essa exploração e desigualdade atingiu níveis insustentáveis na Rússia do Csar Nicolau.

Quando a fome e as derrotas militares proporcionaram maior apoio popular às ideias de Lênin, o regime russo ruiu, e os trabalhadores do mundo inteiro ganharam um pólo oposto de comparação ao mundo capitalista que conheciam. A roda da História acabava de girar!

Conheçam nossa aula sobre a Revolução Russa. Foi feita para adolescentes, mas pode ser útil para relembrar e se divertir.
Visite nosso site clicando aqui, acesse a aba "História Geral", como indicado na imagem acima e, depois, escolha como deseja ver.
Se quer ver em vídeo, clique na aba lateral "Revolução Russa". Para ver em slides, clique na imagem "Revolução Russa" indicada pela seta/círculo da imagem abaixo. Boa semana! 
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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

TEMPLOS EGÍPCIOS – DENDERA

TEMPLO DE HATHOR

Ocupando uma área de aproximadamente 40.000m2, o complexo de Dendera abriga o Templo dedicado à deusa Hathor, a deusa da alegria, da música, do amor e da maternidade.

A construção mais recente, que data do período ptolomaico, erguida por volta de 125 a 60 a.C., ocupou um local que já abrigara templos muito mais antigos, havendo registros de edificações da época de Quéops e Pepi I.

O Templo atual foi construído por Ptolomeu VIII e Cleópatra II (não confundir com a última Cleópatra – a VII) mas recebeu vários acréscimos posteriores, sendo concluído por Tibério César, o Imperador Romano.
O portal feito na muralha apresenta cenas do Imperador Domiciano fazendo oferendas aos deuses Hathor, Hórus, Maet, Hor-wer, e Ihy.1
Esfinge sem cabeça e relevos no portal de entrada.
O complexo é cercado por uma muralha de barro que mede 290 x 280m. O templo em si possui 86 x 43m. 
Após a entrada, à direita existem ruínas de um Mamisi, casa do nascimento do deus Hórus, e de uma igreja Copta.

No centro-alto, o Mamisi. No centro-meio, a Igreja Copta.
Na sequência a sala hipóstila, com uma colunata. São 18 colunas, divididas em 6 filas. A parede externa desta sala “está decorada de diversas cenas que ilustram o imperador Tibério perante divindades diferentes, Claudio fazendo oferendas a Hathor e Ihy – o seu filho – e outra vez Tibério adiante de Hathor.2 e as paredes internas trazem decoração semelhante.

À direita a cripta e, à esquerda, a Sala Hipóstila.
Após a sala das colunas outra sala menor apresenta 6 colunas e 3 capelas laterais, nomeadas segundo a crença dos estudiosos a respeito de suas utilidades. Em seguida o primeiro vestíbulo, ou Sala das Oferendas, e o segundo vestíbulo, Sala das Divindades, com paredes decoradas com cenas que retratam o rei fazendo oferendas.

O próximo recinto é o santuário, um quarto escuro que possuia um sacrário, hoje perdido, onde se encontrava a estátua de Hathor, e no qual apenas o sacerdote poderia entrar. No telhado foi construída uma capela, hoje chamada “Capela da União com o Disco Solar"3.

É uma sala pequena situada no lado sudeste do telhado que tem 12 colunas com capitéis hatóricos e sem teto. Se acredita que com o primeiro dia do ano novo, os sacerdotes levavam as estáuas de Hathor, o seu esposo Hórus e o seu filho Ihy a está sala no telhado para receber os primeiros raios do sol e assim se realiza o processo da união com o sol.4

O Templo de Hathor em Dendera possuia um Zodíaco que foi retirado e levado à Paris em 1821, estando hoje no Museu do Louvre. No local, um século depois , foi instalada uma cópia.

Acima o Zodíaco de Dendera original, exposto no Louvre. Abaixo a cópia, exposta em Dendera.
O mesmo templo abriga ainda um lago sagrado e um imenso painel em relevo que representa Cleópatra VII (a famosa), ao lado de seu filho Cesárion (cujo pai era Júlio César), fazendo oferendas. 
A posição de Cleópatra na cena, à esquerda, demonstra sua posição de poder supremo no Egito.

Continua...
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Imagens:
http://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Egyptian_antiquities_in_the_Louvre_-_Room_12_bis?uselang=pt-br
http://commons.wikimedia.org/wiki/Denderah

1http://leopoldina-emummundodistante.blogspot.com.br/2009/04/o-templo-de-dendera.html
2Ibid
3Ibid
4Ibid

TEMPLOS EGÍPCIOS – ABIDOS

ABIDOS - A CABEÇA DE OSÍRIS

Abidos é uma área muito antiga e importante de sepultamentos e tornou-se, posteriormente, local de importância política e religiosa no Baixo Egito, lugar escolhido pelos Faraós Seti I e Ramsés II para construção de templos cenotáfios.

Destino de grandes peregrinações religiosas dedicadas ao deus Osíris, Abidos também possui um templo dedicado àquela divindade pois, segundo a mitologia egípcia, seria lá o sítio de localização da cabeça do deus.

O TEMPLO DE SETI I

O Grande Templo de Abydos, ou Memnonium, é um templo cenotáfio, ou seja, homenageia Seti I, mas não abriga seu corpo. Sua construção, iniciada por Seti I e concluída por Ramsés II, tinha o objetivo de, além da evidente autoglorificação, ser uma oferenda para atrair as bençãos de Osíris, aquele que regenera e governa o passado.1

O templo foi construído em uma encosta, e possui vários terraços, por conta dos níveis. A planta da construção é em forma de “L”, complementada pelo túmulo simbólico de Osíris, o Osireion.

Apesar de ser o principal deus, Osiris divide o templo com o próprio Seti I e, também, com Isis, Horus, Amon, Ra-Horajti e Ptah.



O Osireion - túmulo simbólico de Osiris.
Neste templo há salas nas quais as inscrições e relevos estão em excepcional preservação, inclusive mantendo as cores originais das pinturas. Ele também abriga a famosa lista de Faraós antecessores de Seti I na qual os nomes de Akhenaton e Hatschepsut foram “esquecidos”.

A Lista dos Faraós


Alguns hieroglifos causam enorme sensação por apresentar formas de helicópteros e submarinos, como se fossem proféticos.

Os egiptólogos, porém, pussuem uma explicação bem simples para o “Júlio Verne” egipcio. Trata-se, segundo eles, de um Palimpsesto, ou seja, alguém reutilizou a área da inscrição para retirar ou acrescentar algo novo, porém a inscrição antiga ainda está visível, sendo coincidência a aparência com objetos do presente.

No caso do “helicóptero”, seria a substituição do nome de Seti I pelo de seu filho, Ramsés II. A inscrição antiga "Aquele que repele as nove alianças", torna-se "Aquele que protege o Egito e supera os países estrangeiros".2

As cores mostram as inscrições distintas, feitas em épocas diferentes.

O TEMPLO DE RAMSÉS II

Localizado a noroeste de templo de Seti I, esta construção, apesar de ter sido feita em honra do maior dos faraós, não resistiu às dilapidações, tendo sobrado apenas a fachada e a parte inferior. Apesar disso, várias inscrições e relevos seguem bem preservados.

A entrada principal leva a um pátio cercado por colunas de Osíris, feitas em pedra calcárea. Deste pátio sai uma rampa que leva a uma varanda com 16 pilares que dá acesso a quatro capelas.





Na sequência duas salás hipóstilas de oito colunas cada, a última delas dando entrada a três capelas de cada lado. As da direita dedicadas aos deuses de Abidos e as da esquerda aos deuses de Tebas.

Por fim, posterior e em um nível inferior, o santuário feito em alabastro. Nele pode-se ver estátuas em granito de Ramsés II e seu pai, Seti I, acompanhados por deusas.

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Imagens:
http://es.wikipedia.org/wiki/Templo_funerario_de_Seti_I_(Abidos)
http://en.wikipedia.org/wiki/Abydos,_Egypt
http://ancientneareast.org/category/ancient-writing/
http://www.gravuras-antigas.com/product_info.php?products_id=8431
http://www.egiptomania.com/arte/templos/cenotafioramses.htm
http://www.egiptomania.com/antiguoegipto/upper/abidos_ramses.htm
http://www.flickriver.com/photos/soloegipto/sets/72157626784960222/
1http://es.wikipedia.org/wiki/Templo_funerario_de_Seti_I_(Abidos)
2http://leopoldina-emummundodistante.blogspot.com.br/2009/06/abidos.html

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

INCONFIDENCIA MINEIRA - 3

O TECER DE PENÉLOPE – A VISÃO DE JOÃO PINTO FURTADO - Cont...
Furtado nos esclarece que no século XVIII ocorreram inúmeros conflitos, onde se percebe que diferentes interesses, percepções e tentativas de apropriação política do espaço sócio-econômico das Minas Gerais, estiveram no centro dos acontecimentos.
E que o movimento de Inconfidência Mineira foi marcado com traços bastante heterogêneos, onde estavam em jogo não somente as questões mais gerais, uma emancipação de Portugal, mas também interesses individuais dos mais variados possíveis.
No capítulo intitulado “Monumentos”, o autor discute as formas simbólicas do movimento em diferentes épocas. Mostrando como as “imagens” moldam um discurso em determinadas fases da historiografia brasileira, para Furtado, “mais do que simples fatos históricos, portanto, o evento em questão transformou-se em importante ferramenta simbólica para pensar algumas questões em diferentes situações mais contemporâneas”. (p.32)
Na primeira metade do século XIX, anos 20 e 30, observa-se uma apropriação e exaltação da Inconfidência Mineira como uma tentativa de libertação nacional, como se constituísse em um “pré-Ipiranga”. 
A partir da década de 1870, o evento ganha novo formato, uma inspiração republicana original, transformando Tiradentes e a Inconfidência Mineira em modelo pedagógico e formador do cidadão por excelência.
Na Revolução de 1930, sobretudo no discurso, notadamente das elites urbanas, percebe-se o resgate da proposta industrializante dos inconfidentes e Tiradentes é colocado como precursor da luta anti-oligárquica. No período populista, a Inconfidência simboliza a conciliação entre a modernidade e a ordem.
Já nos precedentes do golpe de 1964, alguns políticos mineiros se auto-intitulavam “novos inconfidentes”. São essas, segundo o autor, as principais apropriações simbólicas, no campo político, do movimento de 1788-9.
Na esfera cultural o autor analisa a contribuição da obra cinematográfica Os Inconfidentes, de 1972, do diretor Joaquim Pedro de Andrade. Segundo Furtado:
O filme é uma sofisticação de linguagem, precisão técnica e certo pendor crítico quanto a ação dos intelectuais na conjuntura dos anos de 1970, além de alguma ironia e sarcasmo quanto a apropriação anacrônica do tema da Inconfidência Mineira. (p.33)
Outra contribuição na discussão acerca da apropriação simbólica da imagem de Tiradentes é colocada por Sérgio Buarque de Holanda, na qual Furtado faz referência.
O historiador levanta questionamentos acerca do aspecto representativo da aparência do inconfidente, mostrando o aspecto físico de um agente histórico e seu tratamento pela memória. Segundo Furtado, “ele não renega ou desqualifica o trabalho da memória, utiliza este como ponto de partida e ir mais além”. (p. 39)
Com o sub-tópico “Inconfidências dos Inconfidentes”, Furtado questiona a historiografia regional mineira, que mostra de forma quase romântica os membros do levante de 1788-9, principalmente a figura de Tiradentes, colocado como herói, sem apontar os “defeitos”, entre os quais estão incluídas práticas nada cristãs.
Segundo Furtado, o objetivo “é tentar mostrar uma face menos conhecida dos inconfidentes [...] homens e atos que fundaram nossa nacionalidade”. (p.40)
Continua...



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7FURTADO, João P. O manto de Penélope; História, mito e memória da Inconfidência Mineira de 1788-9. (1ª ed.) São Paulo: Cia das Letras, 2002

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

TEMPLOS EGÍPCIOS – DEIR EL BAHARI

TEMPLO DE HATSCHEPSUT
Construído com extremo esmero por Senemut, arquiteto que era tido como amante da Faraó mulher, o Templo de Amon/Hatschepsut é bastante singular. Foi construído em pedra calcárea, em uma encosta e possui 3 andares em forma de terraços, unidos por uma escadaria.

O complexo de Deir El Bahari apresenta nada menos que quatro templos, como se pode ver no esquema acima. Os Templos de Mentuhotep II e Tutmósis III, ambos faraós, o Templo da deusa Hathor e o maior deles, tema de nosso texto, o Templo de Hatschepsut.
Dedicado a exaltar as realizações da Faraó e fazer a ligação dela com os deuses, as decorações internas do templo representam os três principais eventos do reinado de 21 anos de Hatschepsut, que usurpou o poder de seu sobrinho/enteado, Tutmés III, de quem era, inicialmente, co-regente.

Os eventos retratados são o transporte dos obeliscos colocados no Templo de Amon-Rá, em Karnak, a expedição comercial enviada a Punt (Somália) e o nascimento divino da rainha.

Este último “acontecimento” foi a representação da justificativa que Hatschepsut apresentou, com apoio dos bem subornados sacerdotes de Amon, para assumir o poder. Dizendo-se descendente direta do deus Amon, a Faraó assumiu plenos poderes.

O primeiro terraço apresenta a rainha fazendo oferendas a Amon, a construção de barcas de madeira e o transporte dos dois obeliscos, tarefa penosa que teria durado 7 longos meses.

No segundo terraço, acessível por uma escadaria, possui duas colunatas, uma de cada lado. Neste pavimento estão as cenas do “nascimento divino” da rainha que foram depredadas, inicialmente por ordens de Tutmès III quando assumiu o trono após ter assassinado Hatschepsut (o que não é uma certeza).


Ao lado direito uma capela dedicada a Anubis com 16 colunas e teto azul enfeitado por estrelas amarelas. Neste local as cenas retratam Hatschepsut (devidamente apagada) e Tutmés III fazendo oferendas aos deuses. A sala dá acesso ao santuário, que é decorado com outras cenas religiosas.

À esquerda do segundo terraço estão as representações da expedição enviada por Hatschepsut à Punt. Cinco grandes navios, comandados por Pa-Nahsy partiram retornando dois anos depois trazendo “ouro, a mirra, o incenso, o ébano e marfim além de diversas espécies de árvores1.

Nesta parte também encontra-se a Capela de Hathor, com imagem da deusa com orelhas de vaca e segurando sua Cítara. Também há cenas onde a deusa lambe a mão da rainha ou amamenta-a, como uma mãe à sua filha.



Perto da escadaria, colunas decoradas com grandes esculturas da rainha em pose de Osíris. Na parte posterior, escavada na rocha, uma pequena sala de duas colunas e quatro capelas distribuídas nos cantos. O teto também é azul com estrelas amarelas. As representações estão danificadas. Na sequência um vestíbulo através do qual se chega ao santuário que possui dois nichos.


No terceiro terraço há um Pórtico de Osíris, que tinha colunas decoradas com estátuas da rainha que foram destruídas. Escavado na rocha, um vestíbulo com quatro nichos que conduz ao santuário, dotado de duas capelas laterais que possuem cenas retratando a rainha e Tutmés III perante os deuses.


Assim como em outros lugares, a obra destrutiva de Tutmés III contra sua tia-madrasta não foi bem sucedida. Usurpadora ou não, Hatschepsut gravou seu nome de forma indelével na História do Egito.

Continua...


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Imagens:
https://desportoviajar.wordpress.com/2013/01/22/egito-templo-de-hatshepsut-um-cenario-impressionante-talhado-nas-escarpas-de-calcario/
http://en.wikipedia.org/wiki/Mortuary_Temple_of_Hatshepsut
http://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Temple_of_Hatshepsut
http://hellogringos.com/templo-de-hatshepsut/
http://www.egyptian-museum-berlin.com/c41.php
https://egyptsites.wordpress.com/2009/02/09/temple-of-hatshepsut/
1http://www.descobriregipto.com/templo-de-hatshepsut/