Total de visualizações de página

terça-feira, 23 de julho de 2019

TEXTO: HISTÓRIA EXTRAORDINÁRIA 2


ARACAJU – 165 ANOS!
A MUDANÇA DA CAPITAL
Em um dia 17 de março, no ano de 1855, o Povoado de Santo Antônio do Aracaju era elevado à condição de Capital da Província de Sergipe, através da Resolução nº 413/1855, decisão tomada pelo Presidente Ignácio Joaquim Barboza e aprovada pela Assembléia Provincial por 18 votos a favor e 02 contra, dados por Martinho Garcez e o Vigário Barroso, de São Cristóvão, que também era deputado.
Ignácio Barboza era carioca, nascido no Rio de Janeiro em 10/10/1821, formado bacharel em ciências jurídicas e sociais, falava várias línguas, foi juiz municipal na cidade de Paraíba do Sul, RJ, secretário e vice-presidente da Província do Ceará, oficial da Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda e suplente de deputado pelo Ceará. Casou-se no Ceará, teve duas filhas e ficou viúvo muito cedo.
Em 07/10/1853 foi nomeado pelo Imperador D. Pedro II como Presidente da Província de Sergipe, posto que assumiu em 17/11/1853, em São Cristóvão. O Imperador escolheu Ignácio por ser alguém de fora de Sergipe e sua intenção era ter alguém isento para mediar as disputas terríveis entre os grupos políticos dos liberais e conservadores.
Como Presidente, Ignácio Barboza se dedicou à segurança pública e à melhora do sistema de exportações de açúcar da província, ação que está diretamente ligada à mudança da capital que foi planejada e posta em ação entre 1854 e 1855.
Ignácio Barboza percebeu a decadência de São Cristóvão, tanto por sua localização distante do oceâno e a dificuldade de acesso de barcos maiores ao Rio Paramopama, quanto pela queda nas exportações de açúcar através do Rio Vaza Barris que estava em terceiro lugar, perdendo para o Rio Real em Estância e o Rio Cotinguiba, de Laranjeiras e Maruim.
Vale do Rio Paramopama - São Cristóvão
Qualquer uma dessas três cidades acima citadas tinha chances de ser a escolhida como nova capital de Sergipe, mas o Presidente via mais longe e queria colocar a província nos caminhos da modernidade quando as cidades mais importantes possuíam grandes portos para exportação.
A escolha e a mudança, no entanto, não foram tão abruptas quanto se pode imaginar. Primeiro era preciso tornar nossas exportações independentes da Bahia, o que ocorreu com a publicação do regulamento, em 23/02/1854, que determinava que todo açúcar deveria passar pela Mesa de Rendas de Sergipe, onde os impostos seriam pagos.

No mesmo ano, a Mesa de Rendas de Sergipe foi transferida do Porto das Redes, atual cidade de Santo Amaro das Brotas, para a Barra dos Coqueiros. E logo depois, em 19/01/1855 foi transferida novamente, desta vez para Aracaju, o que já sinalizava que uma mudança estava por vir.
Assim, após a conclusão do canal de ligação entre os rios Pomonga e Japaratuba, que permitia o escoamento da produção do Vale do Japaratuba, as condições de crescimento econômico da região estavam dadas. A mudança era agora não apenas uma vontade, mas uma imposição econômica.
Em 25/02/1855 foi convocada uma reunião na casa do Barão de Maruim, onde os deputados foram convencidos da necessidade de mudar a capital, mas não para Laranjeiras e Maruim, que possuíam rios pequenos, nem para Estância, cuja produção era menor que a do Vale do Cotinguiba, mas para uma nova cidade, planejada e construída do nada. O local escolhido foi a área extremamente bem localizada, abaixo do povoado Santo Antônio do Aracaju.
Colina do Santo Antônio - aqui nasceu Aracaju!
Vencidas as resistências, foi convocada reunião da Assembléia para o dia 01/03/1855, realizada em uma das poucas casas da Colina do Santo Antônio onde Ignácio Barboza discursou defendendo seu projeto. Finalmente, em 17/03/1855 a Resolução foi aprovada.
O povo de São Cristóvão não ficou nada satisfeito com a mudança, mas a resistência não envolveu violência. A insatisfação tomou forma de protestos satíricos, com versinhos depreciativos contra as figuras do Barão de Maruim, do Presidente Ignácio e outros.
Praça São Francisco - São Cristóvão - Sergipe
Quem mais se destacou naquele momento foi a figura de João Bebe Água, ou João Nepomuceno Borges, que alguns dizem ter sido um comerciante falido que entregou-se ao vício da bebida, mas que mais recentemente descobriu-se ter sido vereador de São Cristóvão em mais de um mandato pelo Partido Liberal e que chegou a exercer o cargo de Juiz de Paz já em 1893, não sendo, portanto, nem louco e nem mendigo.
Há quem diga que ele pediu ao próprio D. Pedro II que desfizesse a mudança da capital. Obviamente não foi atendido, mas o Imperador com certeza lhe deu razão, pois escreveu em seu diário que considerava um desperdício abandonar aquela estrutura já existente em São Cristóvão: “Talvez tivesse sido melhor abrir canal reunindo o Vaza-Barris ao Cotinguiba do que mudar a capital, inutilizando-se quase tantos edifícios.” (D. Pedro II)

Feita, e tornada irreversível a mudança da capital, Ignácio Barboza não viveu muito mais para ver concretizada sua obra. Contraiu malária pouco tempo depois, foi transferido para Estância mas não resistiu e faleceu em 06/10/1855.
A missão de construir a capital, porém, prosseguiu através do planejamento feito pelo Engenheiro Sebastião Basílio Pirro, que projetou a cidade como um tabuleiro de xadrez. A cidade era limitada entre a atual Praça da Bandeira e o Rio Sergipe (à época ainda chamado de Cotinguiba) e entre a atual Avenida Barão de Maruim e a Praça General Valadão.
Assim nasceu nossa amada Aracaju!
Fontes:
http://anselmovieira.blogspot.com.br/2011/12/artigo-mudanca-da-capital-de-sergipe.html
http://sergipeemfotos.blogspot.com.br/2013/01/mudanca-da-capital-de-sao-cristovao.html
https://fontesdahistoriadesergipe.blogspot.com.br/2010/03/aracaju-historia-da-mudanca-da-capital.html
http://www.infonet.com.br/noticias/cidade//ler.asp?id=183995
http://museuhsergipe.blogspot.com.br/2013/03/revisao-na-biografia-de-joao-bebe-agua.html
http://bainosilustres.blogspot.com.br/2015/01/32-joao-bebe-agua.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/In%C3%A1cio_Joaquim_Barbosa
Imagens:

http://reino-de-clio.com.br/Aracaju%20160%20Anos!.html
Conheça e curta nossa página no Facebook, clicando aqui.

Se inscreva em nosso canal do Youtube clicando aqui.
Segue a gente no Instagram clicando aqui.
Para ler as mini-séries do Reino de Clio, clique aqui.
Para conhecer nossa seção de História Geral, clique aqui.
Para conhecer nossa seção de História do Brasil, clique aqui.
Para fazer visitas virtuais a alguns dos mais importantes museus do país, clique aqui.
Para conhecer a Revista Reino de Clio, clique aqui.









UM DOS MOMENTOS MAIS TOCANTES DA HISTÓRIA
Neste ano da graça do Senhor de 2019 o início da I Guerra Mundial, ou Grande Guerra, completou 105 anos e, com isso, completam-se 105 anos também de um dos momentos mais tocantes da História, a nosso ver. É um evento que me toca profundamente, ao ponto das lágrimas, se me permitem um toque pessoal.
Em Dezembro de 1914 um grande número de soldados da frente de batalha deixou suas armas de lado, saiu das trincheiras e confraternizou com os inimigos, trocaram presentes, cantaram juntos, assistiram missas e jogaram futebol. Nunca, desde o início do calendário que temos hoje, o tão falado “Espírito do Natal” foi tão real e tão presente.
Naquele ano, após atravessar a Bélgica, os alemães invadiram a França chegando aos arredores de Paris, onde foram rechaçados na Primeira Batalha do Marne, em setembro.
Com o recuo alemão até o Vale do Aisne e o fracasso aliado em fazê-los recuar mais, começou a construção de linhas de defesa que levou o conflito à fase da Guerra de Trincheiras.
Com a chegada de Dezembro, algumas iniciativas de Cessar-Fogo para o Natal foram adotadas, mas sem sucesso, com destaque para o pedido do Papa Bento XV, de que as armas calassem diante do canto dos anjos. Os governantes e generais não estavam a fim de ouvir anjos cantando, a menos que fossem os hinos de seus países.
Mas, se os grandes esqueceram da noite estabelecida (erradamente) como a do nascimento de Jesus, o mesmo não se pode dizer dos pequenos. Muitos soldados ignoraram as ordens, a paz reinou, as armas se calaram e os anjos puderam cantar em muitos pontos da frente. E como cantaram de forma maravilhosa!
Na noite de 24/12/1914, na região de Ypre, na Bélgica, os alemães enfeitaram suas trincheiras com velas e árvores de Natal, iniciando a celebração com cânticos natalinos. Do outro lado os britânicos cantaram em resposta e não demorou muito para que estivessem atravessando a Terra de Ninguém (espaço entre as trincheiras dos dois lados).
Sob o silêncio das artilharias os inimigos trocaram fumo, bebida, comida e lembranças. Os mortos foram enterrados em funerais que contavam com soldados dos dois lados.
A Wikipedia traz o relato de um desses soldados. O britânico de nome Bruce Bairnsfather nos conta da própria troca de souvenires com um oficial alemão e do corte de cabelo de um alemão (que ele chama de Boche) por um inglês:
Eu não perderia aquele único e estranho dia de Natal por nada deste mundo... encontrei um oficial alemão, um tenente penso eu, e sendo um colecionador, disse a ele que havia gostado de alguns de seus botões. Eu trouxe meu cortador de arame, retirei um par de botões e coloquei-os no bolso. Então eu lhe dei dois dos meus em troca... depois reparei num dos meus artilheiros, que era cabeleireiro amador na vida civil, a cortar o cabelo bastante longo de um boche dócil, que estava pacientemente ajoelhado no chão, enquanto a máquina de corte deslizava em volta de seu pescoço.1
A duração da trégua variou. Em alguns lugares se encerrou depois do Natal mas, em outros, foi até o Ano Novo. Sabe-se, porém, que um dos alemães presentes em Ypre foi contra a confraternização.
Era um cabo que recebera recentemente a Cruz de Ferro de segunda classe, por bravura. Servia como um dos mensageiros da 16ª Reserva Bávara de Infantaria. Seu nome era Adolf Hitler.
Frelinghien - Fronteira França-Bélgica. Atrás dos galpões, a área onde ocorreu o encontro dos soldados.
Nos anos seguintes a quantidade de tréguas e confraternização entre soldados inimigos diminuiu bastante, por conta da repressão dos oficiais mas, sobretudo, porque a desumanidade dos combates foi endurecendo os corações dos soldados.
Apesar disso, elas ainda ocorreram. Sobre o Natal de 1915 temos o relato do alemão Richard Schirrmann, escrevendo na região dos Vosges:
Quando os sinos de Natal soaram nas aldeias do Vosges atrás das linhas... aconteceu uma coisa nada militar. As tropas tropas alemãs e francesas fizeram espontaneamente as pazes e cessaram as hostilidade; eles se visitaram uns aos outros através de túneis de trincheira em desuso, trocaram vinho, conhaque, cigarros, pão-preto da Vestefália, biscoitos e presunto. Eles permaneceram bons amigos mesmo depois do Natal.2
E sobre o Natal de 1916 temos as palavras de Ronald MacKinnon, que estava em Vimy Ridge:
Eu tive um bom Natal, considerando que eu estava na linha de frente. A véspera de Natal foi muito dura, serviço de sentinela até os quadris na lama, claro .... Tivemos uma trégua no dia de Natal e os alemães foram bastante amigáveis. Eles vieram para nos ver e nós trocamos corned-beef por charutos.3
Há quem diga que tais confraternizações não ocorreram na II Guerra Mundial. Mas temos conhecimento de pelo menos um acontecimento semelhante, ocorrido na região das Ardenas, durante a Batalha do Bulge.
Elisabeth Vincken, e seu filho Fritz, de 12 anos, cuja casa (Aachen – Alemanha) fora destruída por uma bomba, refugiam-se em sua cabana de caça, na Floresta das Ardenas.
Eles abrigam um grupo de soldados americanos, que traziam um companheiro ferido quando um grupo de soldados alemães chega. A hostilidade inicial é contida por Elisabeth Vincken e todos celebram o Natal em conjunto.
Fritz Vincken (à direita) reencontra um dos militares americanos que cearam com ele e sua mãe em 1944.
Fritz Vincken disse, em entrevista, que jamais esqueceu daquela noite na qual a força interior de sua mãe impediu um potencial derramamento de sangue. Recordando aquele momento especial ele diz que:
Agora e depois, em uma clara noite de inverno tropical, eu olho para o céu, para a brilhante Sirius, e parece que sempre nos cumprimentamos como velhos amigos. Então, infalivelmente, lembro-me (de minha) mãe e esses sete jovens soldados, que se reuniram como inimigos e se separaram como amigos, bem no meio da batalha do Bulge.4
Apesar da incorreção histórica, a humanidade escolheu celebrar o nascimento de Jesus nesta data de 24 para 25/12. Por isso o Reino de Clio envia a todos os seus leitores uma reflexão:
A humanidade precisa, urgentemente, reavivar o Espírito do Natal, que foi tão presente nas trincheiras de Ypre, 100 anos atrás. Fazemos votos que todos os nossos leitores possam, nesta noite que deve ser de reflexão, pensar no aniversariante e no “presente” que Lhe pode ser dado: viver de acordo com Sua mensagem: Amar ao próximo como a si mesmo!
Feliz Natal a todos!
Marcello Eduardo
Cruz marca o local, próximo a Ypres, onde ocorreu um jogo de futebol entre os soldados inimigos.


1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A9gua_de_Natal
2 Idem
3 Idem
4 http://ba-ez.org/educatn/LC/OralHist/vincken.htm

Imagens:
http://en.wikipedia.org/wiki/File:Christmas_Truce_1914_IWM_HU_35801.jpg
http://ba-ez.org/educatn/LC/OralHist/vincken.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/File:Christmas_Truce_1914.png
http://en.wikipedia.org/wiki/File:Khaki-chums-xmas-truce-1914-1999.redvers.jpg
http://en.wikipedia.org/wiki/File:Illustrated_London_News_-_Christmas_Truce_1914.jpg
http://www.vets-cars.com/20141209-100th-anniversary-christmas-truce/
http://chuto.pt/a-tregua-de-natal-de-1914/
https://forum.ableton.com/viewtopic.php?f=40&t=200541
http://www.mercattoursinternational.com/christmas-truce-centenary.asp


















17 DE SETEMBRO
ASSINATURA DA CONSTITUIÇÃO DOS EUA
A primeira e única constituição dos EUA até hoje foi discutida entre os dias 25 de maio e 17 de setembro de 1787 na Filadélfia-Pensilvânia, sendo sinal da estabilidade política daquela nação, onde quase não há espaço para golpes e afrontas à democracia.
O documento original é composto por sete artigos que dão as linhas básicas da divisão dos três poderes, os direitos dos estados dentro do sistema federalista adotado e o formato de ratificação pelos mesmos.
A Carta Magna americana recebeu 27 alterações ao longo dos séculos e as dez primeiras emendas estabeleceram os direitos civis, ampliados por emendas posteriores.
A nosso ver, a emenda mais significativa foi a XIII, aprovada durante a Guerra Civil, no governo de Abraham Lincoln, que aboliu a escravatura:
Não haverá, nos Estados Unidos ou em qualquer lugar sujeito a sua jurisdição, nem escravidão, nem trabalhos forçados, salvo como punição de um crime pelo qual o réu tenha sido devidamente condenado.
É a segunda Carta Magna mais antiga do mundo ainda em vigor e a mais curta delas. O povo americano aprende, desde a mais tenra idade, o valor de suas leis e o juramento de defesa da Constituição é presente até mesmo em muitas escolas.
Neste ponto, os EUA são um bom exemplo que o Brasil deveria seguir, em especial nossa classe política. Mas, olhando o governo que temos hoje isso seria, nos parece, esperar demais.




QUEDA DE TENOCHTITLÁN
No ano de 1521, provavelmente no dia 13 de agosto, ocorria a queda da grande cidade asteca de Tenochtitlán, tomada pelos conquistadores espanhóis liderados por Hernán Cortéz.
Os Astecas, também chamados Mexicas, viveram onde hoje é o México e o auge de sua civilização foi entre os séculos XIV e XVI.
Os mexicas, originários de Aztlán, chegaram às margens do lago Texcoco, vindos de Chapultepec, de onde haviam sido expulsos. Junto ao lago se estabeleceram e formaram uma aliança de três cidades que viria a dominar o futuro Império Asteca: Texcoco, Tiacopan e Tenochtitlán.
A sociedade asteca era formada pelo Imperador e Chefe Militar (eleito), sacerdotes, demais chefes militares, artesãos, trabalhadores urbanos e camponeses. Uma outra divisão comumente aceita pela historiografia era entre nobres (pipiltin), camponeses, (calpulli) e o povo, (macehualtin). Os pochtecas eram os comerciantes, que viajavam e faziam as vezes de espiões para o governante.
A região onde se estabeleceram os astecas era alagada, mas eles desenvolveram técnicas agrícolas impressionantes, construindo ilhas de cultivo, denominadas Chinampas, canais de drenagem e aquedutos que traziam água das montanhas.
A própria cidade de Tenochtitlán, que possuia templos imensos, largas e retas avenidas, foi construída no meio de um pântano!
Os astecas também se desenvolveram imensamente nas artes, confeccionando ricos tecidos, trabalhando com ouro e prata, realizando grandes avanços na pintura e também na matemática, astronomia e criando uma escrita pictórica.
Eles eram politeístas, adoravam os astros e as forças da natureza e realizavam sacrifícios humanos em larga escala.
Em 1519, ano da chegada dos espanhóis, residiam cerca de 300 mil pessoas em Tenochtitlán e a cidade jamais seria tomada por menos de 700 europeus, mesmo que reforçados por aliados, se antes não tivessem aberto as portas a eles. Quando tentaram voltar atrás já era tarde.
O Imperador Asteca, Montezuma, recebeu e hospedou os espanhóis com grande deferência quando estes se apresentaram como representantes do Rei da Espanha, Carlos I. Nestes primeiros contatos, os espanhóis já deixaram atrás de si o principal inimigo que haveria de ajudar na dizimação dos astecas: a varíola.
Quando a guerra veio, os europeus se fortaleceram fazendo alianças com povos rivais dos astecas, para o que contaram com a ajuda da índia Malinche, que era tradutora dos espanhóis e se tornou amante de Cortéz.
Tenochtitlán foi cercada durante sete meses, mas o armamento superior dos espanhóis e o enfraquecimento dos astecas por conta das doenças, fez com que a resistência chegasse a um fim. Mais um genocídio europeu nas Américas estava começando.
Fontes:
http://reino-de-clio.com.br/Hist-Geral.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tenochtitl%C3%A1n
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerco_de_Tenochtitlan
https://pt.wikipedia.org/wiki/Conquista_do_Imp%C3%A9rio_Asteca

Imagens:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:The_Conquest_of_Tenochtitlan.jpg
https://www.youtube.com/watch?v=hKeTFa4m7cQ
http://www.dailystormer.com/the-history-of-the-conquest-of-mexico-the-battle-on-the-causeway-and-the-fall-of-tenochtitlan/

https://ensaiosfragmentados.com/2013/05/09/tenochtitlan-o-planejamento-urbano-asteca/






Nenhum comentário:

Postar um comentário