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terça-feira, 23 de julho de 2019

TEXTO: VALE A LEMBRANÇA 1






NASCE NAPOLEÃO BONAPARTE

No ano de 1769, no dia 15 de agosto, na pequena cidade de Ajaccio, na Ilha da Córsega, nascia o filho do casal Carlo e Maria Letícia Ramolino, uma criança destinada a mudar o mundo: Napoleão Bonaparte!
Carlo Maria Buonaparte e Maria Letícia Ramolino eram pequenos nobres italianos, cujas famílias haviam chegado à ilha no século XVI. Carlo era advogado e chegou a ser nomeado representante da ilha na corte de Luis XVI em 1777. 
A educação do menino Napoleone di Buonaparte (nome original depois afrancesado para a forma que ficou famosa) foi rígida e muito boa e as conexões políticas de seu pai permitiram que entrasse nas escolas militares onde se destacou em matemática, história e geografia. A partir dai sua ascensão foi meteórica.




PASSEATA DOS CEM MIL
Em 1968, no dia 26 de Junho, acontecia no Rio de Janeiro a Passeata dos 100 Mil contra a Ditadura Militar implantada no Brasil em 1964 com a deposição do Presidente João Goulart quatro anos antes.
A passeata foi o ponto alto das manifestações que já vinham ocorrendo antes e que eram reprimidas pela polícia com violência, dentre elas a invasão ao restaurante universitário Calabouço (em 28/03), onde os estudantes protestavam contra o aumento do preço das refeições, ocasião na qual foi morto o estudante Edson Luís de Lima Souto com tiro no peito, à queima-roupa, disparado por um policial; a repressão após a missa de 04/04 na Igreja da Candelária, quando a cavalaria investiu violentamente contra o público que deixava a igreja; a prisão de 300 estudantes após reunião na UFRJ (19/06) e a morte de 3 pessoas e mais de mil prisões em manifestação em frente ao Jornal do Brasil. 
A passeata foi autorizada pela ditadura, mas monitorada por dez mil policiais. O evento começou às 14hs na Cinelândia e terminou por volta de 17hs em frente a ALERJ.
Após a passeata o ditador Médici recebeu uma comissão de estudantes e rejeitou todos os pedidos deles. As manifestações seguiram aumentando assim como a repressão. Em dezembro a ditadura publicou o AI-5, com o que tirava as últimas máscaras e se revelava em toda sua brutalidade.

https://moscosos.wordpress.com/2014/05/

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A CABANAGEM (PARÁ 1835-1840)
Em um dia como hoje, no ano de 1835, começava a Cabanagem, uma das revoltas do período regencial. A regência era o governo provisório, instalado até que o Imperador D. Pedro II, então com nove anos, atingisse a maioridade e pudesse assumir o trono.
A população pobre do Pará, composta majoritariamente por índios, mestiços e ex-escravos, vivia em cabanas de taipa, individuais ou coletivas, nas margens dos rios, principalmente nos arredores de Belém.
Os poucos que conseguiam trabalho remunerado só eram menos explorados que os escravos e a maioria mal tinha o que vestir, usavam farrapos e se mantinham com uma agricultura de subsistência, criações, caça e pesca.
A situação de penúria levou essas pessoas à revolta e, no início, eles contaram com o apoio dos senhores rurais contra o governo da província nomeado pela regência, pois eles queriam que o cargo fosse ocupado por um deles e não por alguém vindo de fora. 

Quando os pobres começaram a exigir mudanças que eram contra os interesses da elite, os senhores logo retiraram o apoio e a situação mudou.
Contando com cerca de três mil homens armados, a maioria com foices e facões, os revoltosos conseguiram tomar Belém em Agosto de 1835 e esta foi a única ocasião em que o povo chegou a tomar o poder através de uma revolta.
Contudo, sem um plano de governo, sem receber qualquer ajuda externa, sofrendo a oposição da aristocracia rural e com uma miséria enorme para resolver, o governo popular não durou muito.
Quando as tropas do império chegaram a Belém não demoraram para massacrar impiedosamente os rebeldes e esse morticínio teria atingido a astronômica cifra de quase 50% da população revoltada.  
A Cabanagem foi mais uma mancha sangrenta na História do Brasil, onde toda tentativa de redução das desigualdades sociais, armada e rebelde ou pacífica e democrática, é imediatamente combatida com toda força pela elite dominante.
O Brasil jamais aprende as lições da própria História...


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A PRISÃO DOS TEMPLÁRIOS1
Em um dia como este 13 de outubro, no ano da graça de 1307, parte dos cristãos da ordem religiosa mais rica do mundo eram presos em várias partes da França, em uma operação orquestrada digna dos filmes de espionagem atuais.
Estamos falando dos Cavaleiros Templários, ou Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão.
A Ordem dos Templários foi fundada após a Primeira Cruzada (1096), em 1118 ou 1119, na cidade de Jerusalém e seu objetivo original era proteger os lugares sagrados do cristianismo, bem como os peregrinos que vinham de toda Europa para visitar a cidade, comumente pela estrada de Jafa. 
Seu fundador foi Hugue de Payens, junto com outros 8 cavaleiros. Eles foram acolhidos no palácio de Andrew de Montbard, um dos nove fundadores, e que ficava na esplanada do que restara do Templo de Salomão (dai o nome, Templários), perto da Mesquita de Al Aksa. As regras da ordem eram extensas mas, basicamente, envolviam os votos de “pobreza, castidade, devoção e obediência”.
Os Papas Honório II e Inocêncio II reconheceram oficialmente a Ordem, este último chegando a fazê-lo na Bula Papal “Omne datum optimum, emitida em 29 de março de 1139” concedendo aos Templários isenções de taxas e impostos, concedendo privilégios e o direito a que o Mestre do Templo (ou grão-mestre) respondesse apenas ao Papa e a mais ninguém, colocando a ordem fora do alcance do poder dos reis.
Com o tempo, tornou-se uma ordem de grande reputação militar e passou a se envolver nas guerras religiosas e políticas do Crescente Fértil e também na Europa.
Também passou a amealhar muito dinheiro tanto de doações quanto de depósitos feitos em seus quarteis, depois castelos, mosteiros e abadias, que recebiam o dinheiro dos viajantes para que ficassem seguros, longe do alcance de assaltantes. O atual sistema bancário teve seu embrião criado pelos Templários. 
Toda essa riqueza era destinada a financiar as atividades dos cavaleiros na Terra Santa, mas também foi utilizada na construção de inúmeras fortalezas, igrejas e quarteis que se espalharam pela Europa.

O dinheiro também serviu para conceder enormes empréstimos a reis endividados e esse pode ter sido o verdadeiro motivo que levou ao fim da ordem.

É bem verdade que corriam muitos boatos e acusações contra os Templários, principalmente em relação aos rituais secretos da ordem, cuja simbologia não era compreendida pelos leigos que faziam acusações de envolvimento com o diabo.

Também é verdade que o prestígio da ordem caiu bastante, e a finalidade básica para existência dela se perdeu, após a derrota para as forças de Saladino, que retomaram Jerusalém.

Mas a dívida imensa do Rei da França Felipe IV, o Belo, para com a ordem, parece ter sido o principal motivo da pressão que este fez sobre o Papa para que ordenasse a prisão dos cavaleiros e o confisco de seus bens. Assim o Felipe não teria mais que quitar as dívidas e ainda ficaria com todas as riquezas e propriedades da ordem na França. 
Felipe, o Belo, era pai da Rainha da Inglaterra, lindamente representada por Sophie Marceau no filme Coração Valente. Ela é a princesa enviada para negociar com William Wallace (Mel Gibson). E se esta lhe pareceu uma informação irrelevante, saiba que é mesmo.
A pressão do rei sobre o Papa fez efeito, de modo que no dia 14/09/1307 a ordem de prisão e confisco foi emitida e executada, como já dissemos, em 13/10/1307, uma sinistra sexta-feira 13!
Foram presos 138 cavaleiros, dentre eles o Mestre do Templo, Jackes de Molay. No documento papal os Templários foram acusados de “heresia, imoralidade, sodomia e diversos outros crimes.” e permaneceram presos a espera de julgamento. 
Todos foram interrogados e torturados de tal maneira que o próprio Papa questionou o rei por isso e ordenou a instauração de uma investigação própria, bem como recomendou a transferência dos presos para outros países.
O resultado dessa investigação foi a absolvição dos acusados. A despeito disso o papa ordenou a distribuição dos bens dos Templários para a Ordem dos Hospitalários, com exceção dos bens contidos em “Portugal, de Castela, de Aragão e de Maiorca”.
Ainda presos na França, os cavaleiros Jacques de Molay, Hughes de Pairaud, Geoffroy de Charnay e Geoffroy de Gonneville forma condenados a prisão perpétua, pena que cumpririam sob os cuidados da Igreja.
Mas Felipe, o Belo, ordenou que Jacques de Molay e Geoffrey de Charnay fossem raptados e queimados vivos na Île de la Cité, uma das ilhas do Rio Sena, em Paris no dia 18/03/1314. 
Consta que, já com a fogueira acesa, Jacques de Molay amaldiçoou os que o condenavam e teria gritado em direção ao camarote do Rei: “Todos vocês serão amaldiçoados até a 13ª geração”.
Se a maldição foi verdadeira ou não, o Papa Clemente V morreu em 20/04/1314 e Felipe, o Belo, morreu em 29/11/1314. 



Fontes e Imagens

DOMINGUES, Joelza Ester. A queda dos Templários e a maldição de Jacques de Molay. Blog: Ensinar História. Disp.: https://ensinarhistoriajoelza.com.br/a-queda-dos-templarios-e-a-maldicao-de-jacques-de-molay/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_dos_Templ%C3%A1rios

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_de_Molay#A_pris%C3%A3o_e_o_processo

https://pt.wikipedia.org/wiki/Filipe_IV_de_Fran%C3%A7a




SETE DE SETEMBRO
INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
Mais do que a D. Pedro, o Brasil deve sua independência a uma mulher, a austríaca Leopoldina, conforme veremos abaixo:
Quando as movimentações separatistas contra Portugal começaram, a princesa Leopoldina escreveu ao seu pai, o Imperador da Áustria, que no Brasil “...todos os dias há novas cenas de revolta; os verdadeiros brasileiros são cabeças boas e tranquilas; as tropas portuguesas estão animadas pelo pior espírito, e meu esposo […] não dá exemplo de firmeza...” (CASSOTTI pg. 163)
Essa indecisão de D. Pedro, que chegou a se entusiasmar com a ordem de retornar a Portugal, começou a mudar em fins de 1821, mostrando a crescente influência da esposa e dos irmãos Andrada, resultando no Dia do Fico (09/01/1822).
Dia do Fico
A partir de então os acontecimentos foram se precipitando com a ordem de retenção de todas as determinações vindas de Portugal até a vistoria de D. Pedro (21/01/1822), a não admissão de oficiais portugueses no beija-mão do aniversário da princesa (22/01) e a partida do regente para o Sul em março.
Em 13/08/1822, a fim de viajar para pacificar a província de São Paulo, D. Pedro nomeou Leopoldina presidente dos negócios do governo. Este curto período serviu para estreitar a colaboração da princesa com José Bonifácio de Andrada, com quem compartilhava “...ideias monárquicas e liberalismo moderado […] ideia do Brasil relativamente independente...” (CASSOTTI pg. 178)
Infelizmente, 15 dias após deixar o Rio de Janeiro, D. Pedro conheceu a mulher que destruiria seu casamento e seu governo: Domitila de Castro.
Alheia a mais uma traição, Leopoldina escrevia constantemente sem receber resposta do marido. Estava preocupada, em especial com o desembarque de 600 homens chegados em embarcações militares na Bahia.
Sob a ameaça de ataque que pairava sobre a capital, o Conselho de Estado foi reunido em 02/09/1822 e decidiu, por sugestão de Bonifácio e aprovação unânime de todos os membros, escrever ao regente rogando-lhe a proclamação da independência.

Reunião do Conselho de Estado no qual a Independência de fato foi decidida.
O documento foi assinado e, junto com ele, seguiram cartas de Leopoldina e Bonifácio para o príncipe. D. Pedro as recebeu por volta das 16hs do dia 07 de setembro de 1822, às margens do Riacho Ipiranga, em São Paulo.
Segundo Laurentino Gomes (1822), "...do ponto de vista formal, a Independência foi feita por Leopoldina e Bonifácio, cabendo ao príncipe apenas o papel teatral de proclamá-la na colina do Ipiranga.
Ali o príncipe leu também uma carta de seu pai, o Rei D. João VI, que o conclamava a obedecer às cortes de Lisboa, e outra do Cônsul-Geral da Grã-Bretanha, informando que havia a possibilidade de que fosse destituído em favor do irmão Miguel, “...medida extrema que, ao que parece, contava com o aval de […] Metternich...” (pg. 182)
A carta de Leopoldina, que segundo Cassotti, tocou profundamente o orgulho masculino do marido, terminava com uma daquelas frases capazes de inflamar ainda hoje qualquer coração minimamente patriota:
O Brasil será em vossas mãos um grande país. O Brasil vos quer para seu monarca. Com vosso apoio ou sem vosso apoio, ele fará sua separação. O pomo está maduro, colheio-o já, senão apodrecerá […] Já dissestes aqui o que ireis fazer em São Paulo. Fazei, pois. (CASSOTTI pg. 183)

Ao vacilante Pedro só cabia um caminho e ele, sob o peso das Irradiações da Pureza de um daqueles raros momentos em que se percebe a roda da História girar, proclamou a nossa Independência, cumprindo, assim, sua missão. Nascia então, por pressão da princesa Austríaca e de vários outros, o Brasil!
Apesar de importar pouco, é sabido que aquele momento histórico não foi como representado por Pedro Américo no famoso quadro "O Grito do Ipiranga".
D. Pedro não montava o belo cavalo branco, mas uma boa mula baia. A viagem, de Santos a São Paulo, resultaria em roupas amarrotadas e sujas de lama, sem contar as constantes paradas por conta do desarranjo intestinal do príncipe.
O testemunho presencial do Padre Belchior, que leu as cartas para D. Pedro, conta que este tremeu de raiva, tomou-lhe os papéis das mãos, amassou e pisou. Perguntada sua opinião, Belchior sugeriu a proclamação da independência como único caminho.
O Padre conta que D. Pedro parou depois, ainda desmontado no meio da estrada, e declarou, conforme descreve Laurentino Gomes (1822):
Padre Belchior, eles o querem, eles terão a sua conta. As cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de rapazinho e de brasileiro. Pois verão agora quanto vale o rapazinho. De hoje em diante estão quebradas as nossas relações. Nada mais quero com o governo português e proclamo o Brasil, para sempre, separado de Portugal.

Assim, este momento Histórico da primeira declaração do príncipe não incluiu o famoso grito “Independência ou Morte!” e nem estavam ao redor dele os soldados.
A frase célebre só seria proferida depois, já na presença dos soldados de sua escolta, os futuros Dragões da Independência quando, depois de retirar de seu chapéu os símbolos de Portugal e atirá-los ao chão, D. Pedro gritou “E viva o Brasil livre e independente!”, acrescentando, só então e logo após “Será nossa divisa de ora em diante: Independência ou Morte!
O gesto histórico da Proclamação da Independência foi jubilosamente aclamado pelo povo, agora brasileiro, mas foi mal visto na maioria das cortes europeias, em especial na Áustria, impressão que Leopoldina tratou logo de combater, em cartas escritas ao pai.
Coroação de D. Pedro I - Leopoldina está no alto à esquerda.
Quando D. Pedro foi coroado Imperador, D. Leopoldina estava à sua frente, vestindo “...um longo manto de cetim verde e amarelo bordado de ouro...”, ocupando um lugar de destaque que, certamente, fizera por merecer. 
Uma vez restabelecida a verdade dos fatos, convém celebrar nossa independência com esse olhar de gratidão ao passado, mas sem esquecer da necessária reflexão no presente, com vistas ao futuro. 
A cada brasileiro, cumpre avaliar fatos inegáveis:
1) Nossas maiores empreiteiras, que competiam com as maiores do mundo, foram quebradas, não pela corrupção que praticaram, e não há santos em nenhum lugar do mundo nesse meio, mas por nosso sistema judicial politizado;
2) Nossa maior empresa pública, a Petrobrás, hoje não serve mais ao seu dono, o povo, mas aos acionistas que precisam ter lucro com a gasolina caríssima que pagamos;
3) A Embraer, empresa nossa que competia pelo mercado mundial de aviação, foi vendida pelo preço pouco maior que o de um hotel;
4) Nossos campos de petróleo do Pré-Sal, cujo dinheiro estava destinado em parte à educação e saúde, hoje são leiloados a preço de banana, para empresas que ainda recebem isenção de impostos!
5) O governo é avisado de que fazendeiros vão tocar fogo na Amazônia com 3 dias de antecedência e nada faz; 
6) Países estrangeiros recebem isenções tributárias para nos exportar leite, trigo e etanol, prejudicando nossos próprios produtores e sem nenhuma contrapartida; 
Reflita o caro leitor se nossa independência é uma certeza ainda e se o futuro ainda é algo a ser esperado com otimismo. 
Neste 7 de setembro de 2019, cada brasileiro deveria refletir e se perguntar: 
Como tudo isso está realmente acontecendo diante dos meus olhos, o que eu vou fazer a respeito? Ou não vou fazer nada e começar a pagar uma conta de sofrimento que depois será cobrada infinitamente dos meus filhos e netos? 
ACORDA BRASIL!

1Marsilio Cassotti. A biografia íntima de Leopoldina: a imperatriz que conseguiu a independência do Brasil. São Paulo: Planeta, 2015
2GOMES, Laurentino. 1822: como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado. – Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010.






NASCE NAPOLEÃO BONAPARTE

No ano de 1769, no dia 15 de agosto, na pequena cidade de Ajaccio, na Ilha da Córsega, nascia o filho do casal Carlo e Maria Letícia Ramolino, uma criança destinada a mudar o mundo: Napoleão Bonaparte!
Carlo Maria Buonaparte e Maria Letícia Ramolino eram pequenos nobres italianos, cujas famílias haviam chegado à ilha no século XVI. Carlo era advogado e chegou a ser nomeado representante da ilha na corte de Luis XVI em 1777.

A educação do menino Napoleone di Buonaparte (nome original depois afrancesado para a forma que ficou famosa) foi rígida e muito boa e as conexões políticas de seu pai permitiram que entrasse nas escolas militares onde se destacou em matemática, história e geografia.
A partir dai sua ascensão foi meteórica.
Félicitations Majesté! Vive l'Empereur!



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